Tag: Ebitda

Lucro da Ambev sobe 76% no 1º trimestre

Postado em: 07/05/14

A fabricante de bebidas Ambev reportou um lucro líquido de R$ 2,546 bilhões no primeiro trimestre de 2014, valor que representa uma alta de 76,56% ante igual período do ano passado.

Este resultado é o atribuído ao controlador, excluindo a participação dos acionistas minoritários da companhia.

Já o lucro consolidado, que inclui a fatia dos minoritários, registrou um crescimento de 9,42% na mesma base de comparação, alcançando R$ 2,597 bilhões no período.

Em relatório de resultados divulgado há pouco, a administração da companhia também informou o lucro liquido ajustado, antes de receitas e despesas especiais, cuja cifra no primeiro trimestre somou R$ 2,603 bilhões, expansão de 9,7%.

A geração de caixa da Ambev medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 11,6%, totalizando R$ 4,044 bilhões ao longo dos três primeiros meses deste ano.

A margem Ebitda de 44,7% ficou 1,6 ponto porcentual abaixo do índice de 46,3% observado no primeiro trimestre de 2013.

No critério “ajustado”, o Ebitda alcançou R$ 4,051 bilhões, número 11,8% superior em relação ao mesmo período do ano passado, com margem Ebitda ajustada de 44,8%, 1,5 ponto porcentual menor do que a de 46,3% no primeiro trimestre de 2013.

De janeiro a março, a receita líquida da companhia somou R$ 9,045 bilhões, ganho de 15,5% na comparação anual.

Fonte: Estadão

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Femsa está aberta a mais aquisições após compra da Spaipa

Postado em: 05/09/13

A engarrafadora mexicana Coca-Cola Femsa está aberta a mais aquisições após a compra da brasileira Spaipa por 1,9 bilhão de dólares, seu nono negócio em pelo menos dois anos.

Hector Trevino, vice-presidente financeiro da aliança entre a Coca-Cola e a mexicana Femsa, afirmou que a companhia tem recursos financeiros para fazer novas aquisições.

Ele afirmou que a dívida líquida da companhia será de 1,6 vez o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) em dezembro e que a empresa ficará confortável com o um nível de endividamento de até duas vezes o Ebitda.

“Se nos depararamos com uma aquisição que exija mais que isso, nós poderíamos também usar nossas ações e, se não, poderíamos também fazer uma oferta pública de ações”, disse Trevino em reunião com analistas.

A compra da Spaipa ocorreu após a Coca-Cola Femsa ter anunciado a aquisição da Companhia Fluminense de Refrigerantes por 448 milhões de dólares. Analistas consideram que a estratégia da empresa marca preocupação com diversificação para além de um mercado mexicano potencialmente menos lucrativo.

O governo do México deve apresentar um plano de reforma no domingo que deve incluir imposto sobre bebidas espumantes.

Fonte: Reuters

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Kirin se esforça para ir além da Schin

Postado em: 08/04/13

Um ano após ter assumido a presidência da Schincariol, que mudou de nome em novembro para Brasil Kirin, Gino Berninzon Di Domenico dá risada de tudo que já foi dito da japonesa Kirin.

A companhia, segundo ele, conseguiu superar as principais metas impostas por Tóquio para o ano passado: o faturamento, que em 2011 foi de R$ 3,2 bilhões e deveria chegar a R$ 3,5 bilhões, alcançou R$ 3,6 bilhões; e o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que deveria chegar a R$ 550 milhões, fechou o ano em R$ 602 milhões.

Todos os produtos da empresa passaram a ter posicionamento de mercado e estratégia definidos – o que não acontecia na antiga gestão. Os lançamentos, segundo Domenico, eram mais orientados pelo que a concorrência fazia. “Agora não vai sair daqui nenhuma embalagem sem ter o crivo do mercado consumidor”, afirma.

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Schincariol passa a se chamar Brasil Kirin

Postado em: 12/11/12

A fabricante de bebidas Schincariol reformulou sua estratégia para ampliar presença no país e, agora passa a se chamar Brasil Kirin, um ano após a fabricante de bebidas ter sido adquirida pela cervejaria japonesa Kirin. A marca dos produtos, no entanto, não muda. “O Brasil é um dos cinco principais países para a Kirin no mundo”, disse nesta segunda-feira o presidente-executivo da companhia, Gino Di Domenico.

Subsidiária da Kirin Holdings Company, maior fabricante do setor no Japão, a Brasil Kirin tem mais de 100 anos de história no Brasil e no mundo. Integra um grupo global de mais de 40 mil funcionários (10 mil no Brasil, 25 mil no Japão e 5 mil em outros países) e 270 empresas em diversos países. Além disso, tem as marcas comercializadas por 11 distribuidores próprios e 194 revendas para cerca de 600 mil pontos de venda em todo o Brasil. São 13 unidades fabris, em 11 estados, responsáveis por produzir refrigerantes, sucos, águas e cervejas.

Segundo o executivo, a empresa deve fechar este ano com geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 550 milhões, comparado a 300 milhões em 2011. Até outubro deste ano, a agora Brasil Kirin apurou crescimento de 9,9% no volume de vendas de cerveja, enquanto o setor como um todo teve alta de 3,3%. Em faturamento, as vendas subiram 12% no ano até o mês passado.

A cervejaria japonesa Kirin adquiriu em novembro do ano passado as ações dos minoritários da Schincariol, se tornando controladora da empresa brasileira que, segundo o executivo, “não tem plano de abrir capital no Brasil”. Di Domenico assumiu o comando da companhia em fevereiro deste ano.

Segundo ele, a mudança da marca institucional não implicará em alterações nas marcas de produtos.
O foco do novo posicionamento, ainda conforme o executivo, está em ganhar mais espaço nas regiões mais desafiadoras e reforçar as operações naquelas onde a empresa já tem uma posição mais confortável.”Estamos deixando de ser uma empresa essencialmente industrial e passando a olhar o mercado e os consumidores… O foco está principalmente em distribuição”, disse.

A estratégia de mudança da marca institucional, que contará com uma série de ações de divulgação, é parte do investimento de R$ 480 milhões programado pela empresa para o ano.

Com informações de G1

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Lucro líquido da Ambev cresce 5,4% no 2º tri

Postado em: 02/08/12

A Ambev teve lucro líquido de 1,93 bilhão de reais no segundo trimestre, alta de 5,4 por cento sobre o mesmo período do ano anterior, informou a empresa nesta terça-feira, acrescentando que pode rever investimentos no Brasil em 2012 após aumento de impostos sobre o setor.

No acumulado de semestre, o lucro líquido somou 4,28 bilhões de reais, avanço de 9,1 por cento na comparação anual.

A receita líquida da Ambev cresceu 17,4 por cento no segundo trimestre, para 6,8 bilhões de reais. Na primeira metade do ano, esse dado totalizou de 14 bilhões de reais, alta de 13,6 por cento.

A venda total em volume avançou teve alta anual de 3,3 por cento no segundo trimestre, enquanto o custo de produtos vendidos por hectolitro passou de 55,8 reais no segundo trimestre de 2011 para 61,5 reais no trimestre passado, um aumento de 10,2 por cento.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) saltou 14,3 por cento, para 2,95 bilhões de reais, no segundo trimestre sobre um ano antes. A margem no período, porém, recuou, de 44,4 para 43,2 por cento.

“Com relação às nossas perspectivas para o Brasil, continuamos acreditando que o crescimento de volume no ano deverá ser maior do que no ano passado, e continuaremos buscando um maior equilíbrio entre preço e volumes do que o observado em 2011″, afirmou a empresa no balanço.

A companhia informou ainda que “devido ao aumento nos impostos federais no Brasil a partir de outubro de 2012, a magnitude dos nossos investimentos no país em 2012, que estavam inicialmente planejados para ser de até 2,5 bilhões de reais, poderá ser revista”.

Em maio, o governo reajustou os valores de cerveja, refrigerante, água e isotônicos sobre os quais incide a cobrança dos tributos federais PIS, Pasep, Cofins e IPI. Essa nova tabela entra em vigor a partir de 1o de outubro.

Fonte: Reuters

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Lucro líquido da Ambev cresce 12,3% no 1º trimestre

Postado em: 04/05/12

A Ambev registrou lucro líquido 12,3 por cento maior no primeiro trimestre sobre o mesmo período de 2011, e prevê aumento do volume no ano com o avanço da renda no país. A companhia também disse estar preparada para investir até 2,5 bilhões de reais em 2012 dependendo do nível dos impostos federais, segundo comunicado divulgado nesta segunda-feira.

De janeiro a março, a empresa vendeu 42,2 milhões de hectolitros, ante 40,8 milhões um ano antes, com receita líquida por hectolitro de 171,3 reais, de acordo com o resultado consolidado da empresa. ”Continuamos com a expectativa de crescimento de receita líquida por hectolitro em linha com a inflação para o ano”, disse a companhia em comunicado.

“Para o restante do ano, o aumento da renda disponível deve contribuir para que o volume no Brasil volte a crescer em 2012, com um maior equilíbrio entre volume e preços em comparação com 2011″, segundo o documento.

O custo dos produtos vendidos (CPV) por hectolitro cresceu 5,4 por cento no trimestre, por conta dos maiores custos com matérias-primas e embalagens, que foram compensados por ganhos em hedge de moeda e pela comparação com o custo das bebidas no Brasil no primeiro trimestre, segundo a empresa.

O lucro líquido dos três primeiros meses do ano totalizou 2,34 bilhões de reais, ajudado por menor despesa com imposto de renda. A Ambev disse também ter registrado receita líquida de 7,235 bilhões de reais nos três primeiros meses do ano, avanço anual de 10,3 por cento -com crescimento orgânico de 9,8 por cento, após avanços no Brasil, Argentina e Canadá, e reajuste de preços nos mercados da companhia.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou 3,39 bilhões de reais de janeiro a março, avanço de 9,4 por cento na comparação anual. A margem Ebitda passou para 46,9 por cento, ante 47,2 por cento no mesmo intervalo de 2011.

Os investimentos do primeiro trimestre somaram 365,6 milhões de reais, direcionado principalmente para ampliação da nossa capacidade produtiva no Brasil por região e por embalagens.

Fonte: Reuters

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Lucro da Ambev cresce 17,3%

Postado em: 12/03/12

A Ambev fechou o quarto trimestre com lucro líquido 17,3 por cento maior na comparação anual, em 3,03 bilhões de reais, conforme dados divulgados na semana passada.

No ano passado como um todo, o lucro líquido da maior cervejaria do país somou 8,64 bilhões de reais, expansão de 14,3 por cento ante 2010.

Já a geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), ficou em 4,49 bilhões de reais no trimestre e em 13,16 bilhões em 2011, altas de 19,6 e 13,6 por cento, respectivamente.

A margem Ebitda, por sua vez, foi de 53,6 por cento no trimestre até dezembro e de 48,5 por cento no ano.

A Ambev encerrou o último trimestre com receita líquida 12,4 por cento maior, em 8,378 bilhões de reais. Em 2011, a receita líquida saltou 7,5 por cento, a 27,126 bilhões de reais.

Fonte: Reuters Brasil

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Lucro da Ambev sobe 27% no primeiro trimestre

Postado em: 04/05/11

A Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) anunciou hoje que obteve lucro líquido de R$ 2,089 bilhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 26,6% sobre o registrado no ano anterior. “Nosso desempenho no Brasil no primeiro trimestre de 2011 teve expansão de margem tanto em cerveja como em refrigerantes e bebidas não alcoólicas, apesar dos volumes fracos devido às fortes chuvas em janeiro, com crescimento da receita vindo principalmente dos aumentos de preços”, afirma a companhia.

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da Ambev ficou em R$ 3,098 bilhões nos três primeiros meses. Comparado com o mesmo período de 2010, a geração de caixa operacional havia sido de R$ 2,774 bilhões. A margem passou de 45,3% para 47,2%.

“No geral, ficamos satisfeitos com nosso desempenho consolidado no primeiro trimestre de 2011, em que registramos crescimento de dois dígitos no Ebitda e expansão na margem Ebitda em quase todas as nossas operações”, afirmou o diretor geral da Ambev, João Castro Neves.

A Companhia manteve a estimativa de investir até R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2011, pois, de acordo com Neves, “vemos oportunidades relevantes de crescimento na indústria de cerveja no futuro e planejamos investir adequadamente para aproveitá-las no médio e longo prazo”. O investimento, será destinado à construção de novas fábricas e centros de distribuição, ampliação de unidades já existentes e melhorias operacionais.

Fonte: Reuters

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Schincariol apresenta receita de R$ 5,7 bilhões e recorde em geração de caixa

Postado em: 05/04/11

A Schincariol, maior empresa de bebidas do País, com capital 100% nacional, registrou receita bruta de R$ 5,7 bilhões em 2010, o que representa um incremento robusto de 11,8% em relação ao desempenho apresentado em 2009. O resultado é, entre outros fatores, reflexo da performance em volume de vendas (+ 6,4%), além da inclusão de novos produtos, de maior valor agregado, ao portfólio de bebidas da companhia.

No período, a geração de caixa, representada pelo Ebitda normalizado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização e outras receitas e despesas não recorrentes), foi de R$ 434 milhões, com margem de 15,2%, o que significa em valores absolutos uma expansão de 47,7% em relação aos R$ 294 milhões registrados em 2009. “Estamos diante do melhor resultado financeiro da história da empresa de bebidas Schincariol, que só foi possível em razão das estratégias bem-sucedidas nas áreas de gestão, operações, comercial e de marketing”, diz o presidente da Holding da Schincariol, Manuel Fernando.

“Para o nosso negócio, o que importa é a geração de caixa e, nesse quesito, obter um crescimento próximo a 50% é algo que, no cenário atual, deve ser muito comemorado por todos. Devemos esse resultado ao empenho e dedicação de nossos mais de 10 mil colaboradores e da nossa rede de distribuição”, acrescenta o presidente da Schincariol, Adriano Schincariol.

A participação de mercado da companhia, encerrada em 2010, ficou em 15,1%, em cervejas, e 5,7%, em refrigerantes, considerando os números oficiais divulgados e disponíveis pelo SICOBE – Sistema de Controle de Produção de Bebidas, da Secretaria da Receita Federal, e disponíveis no site da autarquia. “Este é um dado oficial importante, pois representa, sem margem de erro, a real distribuição do volume de vendas da companhia em seus setores. De acordo com o próprio SICOBE, enquanto o total do volume comercializado no mercado foi de 12,8 bilhões de litros, a nossa empresa foi responsável por mais de 15% dessa fatia, ou 1,94 bilhão de litros”, explica Adriano.

Na contribuição para os resultados, o executivo ainda destaca iniciativas como ganhos de eficiência com redução de custos, garantindo, por exemplo, melhores desempenhos em áreas vitais do negócio, como produção, venda e distribuição – com implicação direta na melhoria dos indicadores de satisfação dos mais de 600 mil pontos de venda atendidos pela Schincariol no País.

Da mesma forma, a estratégia e execução comercial e de marketing acertadas para ampliar a penetração, por meio das revendas e canais de distribuição próprios, de Norte a Sul do Brasil, de produtos de maior ticket médio, como Devassa Bem Loura, FYS e suas premiadas cervejas premium, casos de Baden Baden, Devassa e Eisenbahn, foram essenciais para agregar valor tanto em termos de volume quanto de receita. “Conseguimos gerar melhor percepção de valor dos nossos clientes em relação ao portfólio da companhia, e isso vem sendo fundamental porque resulta no reconhecimento da qualidade dos diversos produtos da Schincariol”, explica Adriano.

O ano de 2010 também ficou marcado pelo maior investimento proporcional ao faturamento de uma companhia no mercado de bebidas: R$ 1 bilhão (equivalente a 34% da receita líquida), que foi aplicado na duplicação da capacidade de produção de bebidas da fábrica de Alagoinhas (BA), modernização de outras unidades no Nordeste e Sul, e no lançamento de Devassa Bem Loura nos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro, que hoje já está presente em mais de 40 mil pontos de venda.

“Proporcionalmente, investimos mais do que o dobro do investido pelo setor”, argumenta Adriano, que anuncia outros R$ 600 milhões em investimentos para este ano. “No ano passado, precisamos preparar nossas unidades para atender à demanda potencial esperada, o que exigiu investimentos mais vultosos. Agora, em 2011, retomamos o patamar padrão com o qual vínhamos trabalhando, sendo parte destes recursos para incrementar nossa capacidade de produção e distribuição. Estamos confiantes e esperamos resultados ainda mais satisfatórios para 2011”, diz o presidente da Schincariol.

Para dar cobertura à atuação em todo o território nacional, a Schincariol conta hoje com 13 unidades produtivas em 11 estados, com capacidade total de produção de 5 bilhões de litros, e uma rede de distribuição composta por 10 centros próprios de distribuição, 194 revendas, além de escritórios de vendas nos principais centros comerciais. Entre as categorias de produtos, a linha de alcoólicos, formada por cervejas e chopp, representa 70% da receita em volumes da companhia, enquanto o segmento de não-alcoólicos – formado por refrigerantes, água, sucos e bebidas de baixa carbonatação – responde pelos 30% restantes.

Fonte: Fator Brasil

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Volume de vendas da Vonpar Bebidas teve aumento de 10,4% em 2010

Postado em: 25/02/11

Um novo recorde marca o fechamento de 2010 para a Vonpar Bebidas, franqueada da Coca-Cola no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No último ano, o volume de vendas cresceu 10,4% ante 2009. A categoria de refrigerantes foi um dos maiores destaques, com alta de 10,3%. A Coca-Cola tradicional garantiu 11,4% e Coca-Cola Zero, 18,8%. As apostas da empresa, Fanta e Sprite, também impulsionaram o crescimento nas vendas. O primeiro registrou aumento de 13,1%, enquanto o segundo, 21,1%.

A empresa encerrou o ano com crescimento acima de 20% na rentabilidade, o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) com relação a 2009. No ano passado, o faturamento da Vonpar foi de R$ 1,8 bilhão, 16,9% a mais que 2009. Já o market share se consolidou e, no acumulado do ano, chegou a 60,3%, resultado 3,3 pontos percentuais maior na comparação com o mesmo período.

Os números mostram o desenvolvimento da empresa nos últimos anos. Desde 2000, a evolução do market share apresentou grandes saltos, indo de 46,2% para 60,3% em 2010, segundo a pesquisa AC Nielsen. Na última década, o faturamento aumentou 231% e o Ebitda cresceu 12 vezes.

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