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Panorama

Lucro líquido da Ambev cresce 12,3% no 1º trimestre

Postado em: 04/05/12

A Ambev registrou lucro líquido 12,3 por cento maior no primeiro trimestre sobre o mesmo período de 2011, e prevê aumento do volume no ano com o avanço da renda no país. A companhia também disse estar preparada para investir até 2,5 bilhões de reais em 2012 dependendo do nível dos impostos federais, segundo comunicado divulgado nesta segunda-feira.

De janeiro a março, a empresa vendeu 42,2 milhões de hectolitros, ante 40,8 milhões um ano antes, com receita líquida por hectolitro de 171,3 reais, de acordo com o resultado consolidado da empresa. ”Continuamos com a expectativa de crescimento de receita líquida por hectolitro em linha com a inflação para o ano”, disse a companhia em comunicado.

“Para o restante do ano, o aumento da renda disponível deve contribuir para que o volume no Brasil volte a crescer em 2012, com um maior equilíbrio entre volume e preços em comparação com 2011″, segundo o documento.

O custo dos produtos vendidos (CPV) por hectolitro cresceu 5,4 por cento no trimestre, por conta dos maiores custos com matérias-primas e embalagens, que foram compensados por ganhos em hedge de moeda e pela comparação com o custo das bebidas no Brasil no primeiro trimestre, segundo a empresa.

O lucro líquido dos três primeiros meses do ano totalizou 2,34 bilhões de reais, ajudado por menor despesa com imposto de renda. A Ambev disse também ter registrado receita líquida de 7,235 bilhões de reais nos três primeiros meses do ano, avanço anual de 10,3 por cento -com crescimento orgânico de 9,8 por cento, após avanços no Brasil, Argentina e Canadá, e reajuste de preços nos mercados da companhia.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou 3,39 bilhões de reais de janeiro a março, avanço de 9,4 por cento na comparação anual. A margem Ebitda passou para 46,9 por cento, ante 47,2 por cento no mesmo intervalo de 2011.

Os investimentos do primeiro trimestre somaram 365,6 milhões de reais, direcionado principalmente para ampliação da nossa capacidade produtiva no Brasil por região e por embalagens.

Fonte: Reuters

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Lucro da Coca-Cola Femsa sobe 6,3% no primeiro trimestre

Postado em: 04/05/12

A Femsa, maior engarrafadora de Coca-Cola da América Latina, dona de 20% da Heineken, registrou lucro líquido de US$ 179 milhões no primeiro trimestre, uma alta de 6,3% em relação ao mesmo período de 2011. A receita da companhia cresceu 25% para US$ 4,1 bilhões.

Os resultados foram puxados pelas unidades Femsa Coca-Cola, de refrigerantes, bem como da expansão de sua cadeia de lojas de conveniência Oxxo. A receita da Oxxo subiu 18% para US$ 1,4 bilhão. A rede abriu 1.078 novas lojas nos 12 meses até março, incluindo 138 no primeiro trimestre.

Segundo o diretor financeiro Javier Astaburuaga, a tendência de melhoria na economia mexicana continuará a funcionar como suporte para os negócios da empresa. Na Argentina, no entanto, há preocupações de que a inflação e os recentes acontecimentos possam afetar as perspectivas de crescimento.

No mês passado, presidente da Argentina, Cristina Kirchner assumiu o controle da YPF, da espanhola Repsol, maior produtora de petróleo bruto do país. A unidade argentina da Femsa corresponde por cerca de 8% do volume de engarrafamento da empresa na América Latina.

A Femsa, que concordou em adquirir três engarrafadores mexicanos no ano passado, estuda agora comprar parte do controle da engarrafadora americana da Coca-Cola na Filipinas.

Fonte: Brasil Econômico

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Coca-Cola prepara investimentos no Brasil

Postado em: 02/04/12

A Coca-Cola anunciou que pretende investir no Brasil R$ 14,1 bilhões até 2016 para ampliar a presença da companhia no País. De acordo com um comunicado feito pela Coca-Cola, o investimento representa um aumento de 50% em relação ao dedicado ao Brasil nos últimos cinco anos e 8% frente a 2011, ano no qual a marca destinou ao País R$ 2,6 bilhões..

O presidente da Coca-Cola para a América Latina, José Octavio Reyes, assegurou que o ‘Brasil não é o país do futuro se não for presente, e por isso tem todo o sentido acelerar o investimento para continuar crescendo’.

A companhia destacou que construirá uma fábrica em São Gonçalo, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro, que será dotada com tecnologias ‘verdes’, de uso racional da energia e de água para reduzir as emissões de carbono.

Reyes assinalou que a empresa quer aproveitar os grandes eventos esportivos internacionais que serão realizados no Rio de Janeiro nos próximos anos, como a Copa do Mundo de futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, para crescer no País. “Continuamos com volume de vendas entre as cinco maiores operações da Coca-Cola no mundo. Com a Copa e o Jogos Olímpicos acontecendo aqui nos próximos anos, esperamos viver um momento único de crescimento no Brasil”, disse Reyes.

‘Com a Copa e os Jogos Olímpicos que vão acontecer aqui nos próximo anos, dos quais somos patrocinadores, esperamos viver um crescimento único nos 70 anos de história da companhia no país’, destacou Reyes.

O Brasil representa o quarto maior mercado do mundo para a Coca-Cola em volume de vendas, atrás de Estados Unidos, México e China. No ano passado a companhia vendeu no Brasil 10,7 bilhões de litros, o que representa um crescimento de 1% em relação ao exercício anterior. EFE

Fonte: Exame e EFE

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Coca-Cola terá nova fábrica no Rio

Postado em: 20/03/12

A Rio de Janeiro Refresco, fabricante da Coca-Cola, anunciou hoje que pretende construir uma segunda fábrica no Rio de Janeiro. Prevista para entrar em operação a partir de 2014, a nova unidade será instalada em São Gonçalo e terá capacidade para produzir até 1,2 bilhão de litros de bebidas por ano.

O objetivo também é dar suporte ao aumento de demanda que será gerado durante a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no País. Em nota, a companhia informou que seu plano de investimento de R$ 700 milhões prevê, além da construção de uma nova fábrica, aporte na unidade de Jacarepaguá e em centros de distribuição.

“Optamos pelo município de São Gonçalo por conta de sua localização estratégica, que permite uma logística mais eficaz não só para aquela localidade, mas também para a Região dos Lagos e o Norte Fluminense”, explicou o presidente da Rio de Janeiro Refrescos, Renato Barbosa, na nota.

Fonte: Exame

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Lucro da Ambev cresce 17,3%

Postado em: 12/03/12

A Ambev fechou o quarto trimestre com lucro líquido 17,3 por cento maior na comparação anual, em 3,03 bilhões de reais, conforme dados divulgados na semana passada.

No ano passado como um todo, o lucro líquido da maior cervejaria do país somou 8,64 bilhões de reais, expansão de 14,3 por cento ante 2010.

Já a geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), ficou em 4,49 bilhões de reais no trimestre e em 13,16 bilhões em 2011, altas de 19,6 e 13,6 por cento, respectivamente.

A margem Ebitda, por sua vez, foi de 53,6 por cento no trimestre até dezembro e de 48,5 por cento no ano.

A Ambev encerrou o último trimestre com receita líquida 12,4 por cento maior, em 8,378 bilhões de reais. Em 2011, a receita líquida saltou 7,5 por cento, a 27,126 bilhões de reais.

Fonte: Reuters Brasil

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Spaipa fecha 2011 com faturamento 14% maior

Postado em: 28/02/12

Spaipa fecha 2011 com faturamento 14% maior

A Spaipa, franqueada da Coca-Cola no Paraná e interior de São Paulo, apresentou crescimento de 5,7% no volume de vendas em 2011. Esse crescimento teve reflexo direto no faturamento da empresa que ficou em torno de R$ 2,5 bilhões de reais, 14% a mais que no ano anterior.

No ano passado, a Spaipa investiu R$ 211 milhões. A previsão para este ano é de R$ 75 milhões, em aquisição de equipamentos e novas tecnologias. Com quase 5 mil empregados, a empresa tem fábricas em Curitiba e Maringá, no Paraná, e Marília e Bauru,em São Paulo.

“Nosso volume de vendas está crescendo e, com os investimentos que estamos fazendo, atenderemos o mercado, tranquilamente, até Copa pelo menos”, informa Neuri Pereira, superintendente de Marketing, Vendas e TI da Spaipa. Somente na fábrica de Maringá os investimentos somam R$ 150 milhões.

A capacidade da unidade passa de 29,4 milhões de litro/mês para 65,4 milhões litro/mês, um crescimento de 122%. Com este aumento na produção em Maringá a Spaipa cresce 24% na sua produção atual que é de 145 milhões de litros/mês e chega a 181 milhões litros/mês.

O bom desempenho da Spaipa acompanha o resultado da Coca Cola em todo o mundo. Em números globais, as vendas da Coca-Cola cresceram 5% em 2011. Já no Sistema Coca-Cola Brasil, o crescimento foi de 1% entre 2010 e 2011, enquanto a América Latina registrou um crescimento de 6% no ano passado.

Fonte: Indústria&Comércio

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Siga a fórmula da Coca-Cola para lucrar ao investir

Postado em: 24/02/12

Siga a fórmula da Coca-Cola para lucrar ao investir
Coca-Cola: na hora de investir o caixa, até eles vêm para o Brasil aproveitar os juros altos

Além de possuir a fórmula secreta do refrigerante mais vendido do mundo, a Coca-Cola também já descobriu a receita para ganhar dinheiro com baixo risco no mercado financeiro. A empresa informou que investe nada menos do que 3 bilhões de dólares em aplicações financeiras no Brasil para aproveitar as altas taxas de juros.

Segundo reportagem do Wall Street Journal, o diretor financeiro da empresa, Gary Fayard, informou que a Coca possui 13 bilhões de dólares em caixa. Desse total, 10 bilhões de dólares estão investidos fora dos Estados Unidos, onde as taxas de juros estão nos menores patamares em décadas.

Os títulos do governo americano com prazo de vencimento em dez anos, por exemplo, oferecem uma rentabilidade de apenas 2,03% ao ano, segundo dados do Tesouro dos Estados Unidos. Já os títulos do Tesouro Nacional vendidos no Brasil com vencimento em 2021 rendem 11,03% – ou mais do que cinco vezes mais. “Os juros que estamos coletando no Brasil são bem altos”, disse o diretor financeiro da Coca, segundo o jornal.

Os retornos são tão elevados que compensam até mesmo a alta carga tributária imposta pelo governo brasileiro para conter uma avalanche de aplicações desse tipo. Mário Shingaki, tributarista do escritório Vaz, Barreto, Shingaki & Oioli Advogados e professor da FIA, explica que os estrangeiros são isentos de Imposto de Renda para aplicações diretas em títulos públicos no Brasil

Já quando aplicam em CDB ou fundos de renda fixa, os estrangeiros estão sujeitos a uma alíquota de 15% sobre os lucros – ainda inferior à média cobrada dos brasileiros. Em compensação, multinacionais que aplicam em renda fixa devem pagar uma alíquota de 6% em Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) já na entrada dos recursos no país.

Essa espécie de “pedágio” praticamente inviabiliza aplicações de curto prazo em títulos públicos, mas não tira a atratividade dos investimentos de vários anos se for considerada a grande diferença dos juros brasileiros e dos países desenvolvidos.

Quem quiser aproveitar a fórmula da Coca-Cola para ganhar dinheiro com renda fixa tem várias opções. O Tesouro Direto costuma ser a ferramenta mais indicada pelos especialistas devido às baixas taxas para a negociação de títulos. O investidor pode optar tanto por títulos indexados à taxa Selic – hoje em 10,5% ao ano – quanto por papéis com juros já definidos desde o primeiro dia de aplicação ou então por títulos remunerados de acordo com a inflação.

Diferentemente dos estrangeiros, os brasileiros precisam pagar em Imposto de Renda entre 15% e 22,5% do lucro com títulos públicos. Já o IOF só é cobrado sobre aplicações com prazos de até 29 dias (clique aqui e veja a 15 repostas essenciais sobre o Tesouro Direto).

Outra opção interessante para aproveitar os juros altos brasileiros são os CDB, papéis emitidos por bancos. Os CDB geralmente pagam como remuneração ao investidor um percentual do CDI (taxa de juros de mercado que segue de perto a Selic). Em geral, os CDB de bancos grandes pagam entre 80% e 95% do CDI (clique aqui e veja como ganhar mais do que isso).

Já os bancos pequenos e médios podem pagar 100% do CDI ou mais aos investidores. O problema é que esses bancos estão mais sujeitos às oscilações da oferta de crédito no mercado financeiro e correm um risco maior de quebrar, gerando prejuízo ao investidor.

É por esse motivo que especialistas recomendam a aplicação em CDB de bancos médios até o limite de 70.000 reais por CPF porque, nesses casos, o próprio sistema financeiro garante que o poupador não terá perdas se o pior ocorrer (clique aqui e veja como investir pela internet em CDB de banco médio).

Fonte: Exame

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Mato Grosso e Tocantins alteram pauta fiscal de bebidas

Postado em: 17/02/12

Os estados do Mato Grosso e Tocantins publicaram novas alterações referentes a pautas fiscais de bebidas. Para visualizar os arquivos, bast acessar a área do associado.

SIG Combibloc aplica R$ 340 milhões em expansão no Paraná

Postado em: 16/02/12

A multinacional SIG Combibloc, que atua no ramo de embalagens, assinou ontem um protocolo de intenções no qual se compromete a investir R$ 340 milhões na expansão de sua unidade em Campo Largo (PR). Com o aporte, a empresa espera triplicar a produção de embalagens da fábrica.

A empresa está no Brasil desde 2003 e emprega 250 funcionários só na unidade paranaense – com a expansão, mais 100 pessoas serão contratadas. Atualmente, a SIG detém 20% do mercado mundial de embalagens longa vida. No Brasil, o setor cresce 6% ao ano.

A ampliação faz parte do programa Paraná Competitivo que, de acordo com o governador Beto Richa, está próximo de atingir a marca de R$ 10 bilhões em investimentos. Outros R$ 15 bilhões estão em fase de negociação com as empresas. “O governo como um todo está predisposto a se comprometer com o processo de construção de um ‘novo Paraná’. Isso tem dado uma confiabilidade para as empresas”, conclui Onildo Benvenho, assessor técnico da Secretaria da Fazenda paranaense.

No final do mês passado, a concorrente Tetra Pak anunciou a expansão de sua fábrica no Paraná. O investimento para as obras será de R$ 150 milhões e também teve apoio do Paraná Competitivo. Benvenho acredita que o Paraná oferece uma infraestrutura propícia ao desenvolvimento da indústria de embalagens. “Fatores como a logística e fornecimento de matéria-prima de empresas que trabalham no Paraná contribuem para a instalação dessas empresas aqui”, diz

Fonte: Amanhã

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Globalbev fortalece posição no mercado e cresce 28% em 2011

Postado em: 15/02/12

A Globalbev colheu os frutos do crescimento da renda e de uma acertada estratégia de produtos. O grupo faturou R$ 225 milhões registrando crescimento de 28% em 2011. A junção destes dois elementos coloca a empresa na busca de crescer mais 35% em 2012 e chegar à casa de R$ 300 milhões de faturamento. Os resultados e metas foram divulgados pelo CEO da empresa, Bernardo Lobato Fernandes.

O mercado de bebidas e alimentos teve situações distintas no ano de 2011. Com o aumento do poder aquisitivo, os produtos diferenciados tiveram crescimento mais consistente do que os produtos populares. Esta situação beneficiou a Globalbev. Segundo Bernardo “a linha de produtos da Globalbev atende a um público que quer produtos diferenciados em segmentos comuns que estão em crescimento acelerado. Um exemplo disso é o mercado de sucos onde temos produtos diferenciados e exclusivos, com embalagens mais trabalhadas e maior destaque nos canais de comercialização. Outra face desta estratégia pode ser vista no crescente segmento de energéticos onde a Globalbev trabalha com 3 marcas”.

De acordo com a visão estratégica da Globalbev em 2012 haverá uma situação ainda mais acentuada de busca de exclusividade e marcas diferenciadas. Por isso, a empresa reforçou o foco em seus lançamentos, especialmente na linha AMAZOO, a primeira de açaí cremoso comercializada em embalagens cartonadas. “O mercado é crescente e AMAZOO Açai é o grande inovador do segmento”, comenta Bernardo.

Estas oportunidades de mercado tornam-se concretas por uma característica da empresa: foco na comercialização e distribuição. A empresa fez investimentos em 2011 para reforçar sua estrutura de distribuição com contratações e revisou os modelos de relacionamento com o mercado buscando o aumento de positivação.

Investimentos

No ano de 2011 a empresa recebeu um aporte de R$ 50 milhões da Endurance Capital Partners, com o objetivo de agregar valor em gestão e governança corporativa, além de acelerar o plano de expansão. A expansão deve ser acelerada com lançamentos de produtos na linha de bebidas e snacks. O objetivo da empresa é reforçar o portifólio de produtos para otimizar sua operação logística e as sinergias produtivas e comerciais.

Fonte: Inteligemcia

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